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01 DEZ

AIDS, sífilis e hepatites: é preciso prevenir, diagnosticar e tratar


Atualizado em 02 Dez 2016 às 09h

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Cabreúva, Lucimar Imperio, esteve na quinta-feira, 1, nas unidades de saúde, distribuindo os laços vermelhos que simbolizam o combate à Aids.

Em atenção ao dia mundial de combate a AIDS, a Secretaria da Saúde disponibilizou na quinta e na sexta-feira testes rápidos de HIV (Aids), Hepatites B e C e Sífilis, gratuitamente, na UBS Wilson Federzoni e na USF do Vilarejo, mas eles podem ser feitos fora da campanha na UBS Wilson Federzoni, de quinta e sexta-feira das 7h às 12h e das 13h às 14h30, com a enfermeira Sandra Cássia.

Os testes funcionam de maneira semelhante aos testes rápidos de gravidez, mas ao invés de urina é utilizada amostra de sangue, adquirida com um furo no dedo, assim como nos testes de glicemia. Se aparece apenas um risco no aparelho, o resultado é negativo. Se aparecem dois, é positivo. Nesse caso, a enfermeira encaminha para realização do exame de sangue para confirmação e, depois, para o tratamento.

Os resultados saem de 5 a 10 minutos. O processo é indolor, simples e rápido e sigiloso. O paciente precisa informar nome e idade e, se mulher, se está grávida.

Saiba mais sobre as hepatites B e C, a Aids e a Sífilis:

As Hepatites B e C podem ser adquiridas por transfusão de sangue, compartilhamento de materiais que furam e cortam (lâminas de barbear, agulhas, alicates de unha), sexo sem camisinha e de mãe para filho na gestação. A Hepatite B pode causar sintomas como febre, Fadiga, perda de apetite, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, dor nas articulações e icterícia (cor amarela na pele ou dos olhos). Já o aparecimento de sintomas em pessoas com hepatite C aguda é muito raro. “Por isso, não espere ter sintomas para fazer os exames”, orientou Lucimar. Para a enfermeira Sandra, a Hepatite C é a pior das quatro doenças que estão sendo diagnosticadas nos testes rápidos. “A meu ver, ela é pior até do que a AIDS, pois pode se desenvolver e comprometer o fígado”, disse. “Os pacientes com Hepatite C, sem o tratamento, com certeza precisarão de transplante de fígado a longo prazo”, explicou Lucimar.

De acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, entre junho de 2010 e 2016, foram notificados quase 230 mil casos novos de sífilis no Brasil. Segundo Lucimar, essa é uma doença sexualmente transmissível de fácil tratamento. “O tratamento da sífilis é simples, gratuito e eficiente. E as consequências de não tratar são graves”, explicou. Se não for tratada precocemente, a sífilis pode comprometer vários órgãos, como olhos, pele, ossos, coração, cérebro e sistema nervoso e, se durante a gestação, prejudicar a formação de bebês e até leva-los a óbito.

Já o HIV pode causar sintomas como febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e do fígado, alterações elétricas do coração e/ou inflamação das meninges nos casos graves, mas elas podem demorar para aparecer, dependendo do sistema imunológico do paciente. Cerca de 70% dos portadores permanece de duas a três décadas na chamada forma assintomática ou indeterminada da doença. A Aids também é transmitida pelas secreções (como sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno), o que pode acontecer na relação sexual desprotegida, ao se compartilhar seringas, em acidentes com agulhas e objetos cortantes infectados, na transfusão de sangue contaminado, na transmissão vertical da mãe infectada para o feto durante a gestação ou o trabalho de parto e durante a amamentação.

Todas essas doenças podem ser evitadas com o uso do preservativo nas relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente o sangue e seus derivados para a transfusão.

Além disso, toda mulher grávida precisa fazer no pré-natal os exames para detectar as hepatites B e C, a aids e a sífilis. Esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão de mãe para filho. Em caso de resultado positivo, é necessário seguir todas as recomendações médicas, inclusive sobre o tipo de parto e amamentação, já que fissuras no seio da mãe podem permitir a passagem de sangue.

 

 

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Assuntos relacionados: PrevençãohepatitesifilisAids
Autoria: Jaqueline Rosa
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