Defesa Civil alerta: atear fogo em terrenos baldios, pastos, mato e para limpeza de áreas agrícolas, é crime ambiental  

Com a chegada do inverno começa também o período de estiagem e, com o frio, e as chuvas menos freqüentes, ocorre à multiplicação de incêndios em matas e terrenos por toda a cidade.

Devido a isto, o prefeito Cláudio Giannini solicitou que a Defesa Civil e a Guarda Municipal de Cabreúva estejam em constante alerta para controlar as pequenas e grandes queimadas, já que ainda falta conscientização dos únicos causadores dos incêndios: o homem.  

Segundo a Defesa Civil da cidade, apesar da legislação ambiental prever pena de reclusão, todos os focos de incêndio são causados pelo homem. E as ocorrências são cada vez mais freqüentes e chega a ser tão grande que é preciso priorizar os atendimentos, onde a situação é mais grave, diz o coordenador da Defesa Civil, Ronaldo da Silveira.

“A situação fica mais grave quando o fogo atinge a Serra do Japi. O local é de difícil acesso e é preciso agir rápido para que o fogo não se alastre, destruindo a fauna e a flora do local”, diz o secretário de Cidadania e Defesa Civil, Fernando César Zarantonello.

A prática de limpar terrenos com queimadas e a compulsão de atear fogo em mato seco são práticas irresponsáveis que ganham dimensão, e exigem o trabalho de muitos homens, além de degradar o meio ambiente e prejudicar a saúde de quem sofre com problemas respiratórios.

Apesar das campanhas educativas, e até punição criminal, ainda falta educação para essas pessoas que, ateiam fogo em qualquer lugar, viram as costas e saem, ignorando a dimensão que o fogo possa atingir e o crime que acabaram de cometer.