Defesa Civil registra um dos invernos mais chuvosos da história da cidade

Julho de 2009 vai ficar marcado como um dos meses de inverno mais chuvosos da história do município. Segundo os números levantados pela Secretaria de Cidadania e Defesa Civil, naquele mês o total de chuva foi de 382,5 milímetros.

O total de chuvas só não foi maior que em fevereiro – quando foram registrados 619,5 milímetros. Mas foi 11 de julho o dia mais chuvoso do ano, pelo menos até agora. Naquele dia a Defesa Civil registrou 112,5 milímetros.

O registro é feito através de aparelhos (pluviômetros) instalados em três locais do município. Um dos pluviômetros fica no Centro, outro está no Bananal e um terceiro é observado no Barracão da Prefeitura, no Vilarejo.

O principal objetivo das observações é comparar os níveis de chuva nos diferentes bairros da cidade – e, assim, prever se haverá necessidade de atendimentos nesta ou naquela região, colocando a Defesa Civil de prontidão.

É muito comum, aliás, que os bairros da região central de Cabreúva tenham menos chuva do que aqueles localizados ao longo do Jacaré. As estatísticas confirmam isso. Com exceção de abril e julho (quando os índices foram maiores no Centro), nos outros cinco meses de 2009 choveu bem mais nas proximidades do Jacaré.

As chuvas de julho foram quase seis vezes maiores que a média registrada. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, a média histórica é de 70 milímetros nesta região do Estado (não há dados específicos sobre o município).

Tranqüilidade na Serra

O lado bom das chuvas fortes é que o risco de queimadas ficou diminuído quase a zero. A Defesa Civil não registrou, em 2009, nenhum caso de áreas (próximas ou dentro da reserva da Serra do Japi) incendiadas. O que vem acontecendo com maior freqüência, até agora, são pequenas queimadas em pastos. A Serra do Japi segue úmida e os incêndios estão praticamente descartados.

Chuvas registradas em julho superaram a média histórica de Cabreúva