
Aterro sanitário mantém nota 8,5 dada pela Cetesb
Operado no sistema de valas, o lixo é espalhado e compactado, sendo coberto por uma cama de terra em seguida. Drenos instalados ao longo do terreno permitem monitorar vazamentos de chorume.
Manta de Polietileno de Alta Densidade (PEAD) de 2mm impermeabilizam a área. A compactação do lixo é feita sobre estas mantas. Em seguida são colocados drenos com tubos de PEAD perfurados, que coletam o chorume e o levam para uma caixa, para depois receberem tratamento. Além destes drenos, na área também há drenos de gás. Os drenos de gás são responsáveis pela saída dos gases. O Aterro ainda possui poços de monitoramento. Por meio destes poços é possível coletar água do lençol freático e encaminhá-la para análise. O processo é realizado periodicamente.
Com este trabalho, a Prefeitura só tem recebido elogios da Cetesb e conseguiu a melhor nota da região (8,5) no Índice de Qualidade dos Aterros de Resíduos (IQR).
Quem visita o local chega a se espantar. Não há presença de animais (como moscas, urubus ou garças) nem de catadores de lixo, como recomenda a Cetesb.
Questão ambiental recebe tratamento adequado
“O respeito ao meio ambiente é a primeira condição que esta administração impõe a quem queira se instalar no município. Exigimos o respeito à nossa condição de Área de Proteção Ambiental”. A afirmação foi feita pelo prefeito Cláudio Giannini. Ele lembra que o fato de o Aterro receber a melhor nota da região justifica o grande investimento feito pela administração (que já supera os R$ 500 mil) para que o município siga conservando e respeitando o meio ambiente. Outro destaque: a nota 8,5 só foi concedida pela Cetesb durante a administração de Giannini – ou seja, depois que a Prefeitura começou a dar a atenção devida ao assunto. Veja as notas recebidas pelo Aterro antes de Cláudio Giannini assumir a Prefeitura.
1999 |
2000 |
2001 |
2002 |
2003 |
2004 |
5,9 |
7,3 |
5,5 |
5,5 |
6,4 |
5,5 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
2009 |
|
7,4 |
8,5 |
8,5 |
8,5 |
8,5 |
|
|