Biblioteca Municipal ‘Basilides de Godoy’ conta com 144 novos livros

Títulos como o Caçador de Pipas, Cidade de Deus, A Bússola de Ouro e Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque, estão entre os novos livros.

A Biblioteca Pública de Cabreúva ‘Basilides Godoy’ acaba de receber 144 novos livros. Clássicos, contemporâneos e best-sellers para todos os gostos e idades!

O caçador de pipas, livro que já vendeu milhões de exemplares em mais de 30 países; coleção histórica da Turma da Mônica, que reúne reedições das primeiríssimas histórias da Turma; Cidade de Deus, livro que inspirou um dos filmes brasileiros de maior sucesso de todos os tempos; e Moby Dick, clássico da literatura universal, são só alguns dos novos títulos.

Segundo a bibliotecária Elisabete Mingotti, os novos livros foram doados pela Secretaria de Estado da Cultura e tem como objetivo incentivar a leitura entre adultos, jovens e crianças. “Entre os novos livros que recebemos da Secretaria de Estado há dois livros infantis escritos em Braille. É pouco, mas já é um começo; e com estes livros podemos prestar atendimento a um novo público: os deficientes visuais”, esclarece Elisabete.

De acordo com levantamentos da Secretaria Municipal de Cultura, a Biblioteca Basilides Godoy conta atualmente com mais de 10 mil títulos, e uma movimentação mensal, de empréstimos, de cerca de 300 livros. Os títulos mais retirados estão entre os da Literatura Brasileira, Infantil e Infanto-Juvenil. Os usuários mais freqüentes da biblioteca são moradores dos bairros Centro, Vale Verde e Nova Cabreúva, mas os gráficos mostram que há leitores espalhados por todo o município e até mesmo em outras cidades, como Jundiaí.

Não perca tempo! Vá até a Biblioteca e se associe. É muito fácil; basta comparecer munido de cédula de identidade, comprovante de residência e uma foto 3X4. A Biblioteca fica na Avenida Marciano Xavier de Oliveira, 364 – Centro Cabreúva. O atendimento é realizado de segunda à sexta-feira, das 8h às 17 horas.


Brincar de Ler

Um belo dia, depois de anos mergulhados num mundo cheio de palavras escritas, aprendemos a ler:

a duras penas, se ninguém pensou em nos fazer brincar com as palavras e com esse mundo escrito desde cedo.

muito devagar, se ninguém teve a boa idéia de povoar a casa de livros e outros materiais impressos;

mais facilmente, se desde pequeninos nos damos conta de que existem coisas escritas por toda parte; pegamos, folheamos, empilhamos livros; vemos outras pessoas passando bons momentos com livros e papéis escritos;

com prazer, se fazemos parte do grupo de sortudos para quem outras pessoas leram em voz alta – varinha mágica para a descoberta de que dentro de um livro existe um mundo e temos direito a ele.

Texto extraído da cartilha: Passaporte da Leitura/Brincar de Ler, Instituto Eco Futuro.

 

 

 

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